Fora aquelas viagens,
Que me desencaminharam
Por caminhos da sedução
Por noites esquecidas ao luar;
Fora aqueles sonhos,
Irrepetíveis sonhos que tivemos,
Nós fomos e viemos.
Sei que guardei o que pude,
E que trouxe comigo.
Às madrugadas quentes
Às tintas noites de cede,
Brindámos sem esquecer
Que nada vai e volta
Enquanto o dia se solta.
Corremos sem sentido,
Quando nada tem sentido,
Quando tudo é sem sentido...
Que seja!
Pois enquanto for,
Será apenas o que se deseja.
Sem comentários:
Enviar um comentário